10 de outubro de 2010

temos tanto para andar.

Há alguns anos a minha resposta instantânea à pergunta cliché sobre o que queria ser quando fosse grande, era apenas que queria ser feliz. Ao dar essa resposta tinha já na consciência (embora em traços pouco definidos), os seguintes pensamentos: ser feliz é diferente de estar feliz; não queria ser uma pessoa feliz, mas queria ser uma boa pessoa e uma boa pessoa feliz. 

A primeira parte do pensamento daria também um bom tema, mas agora apetece-me mais a parte em segunda posição. Afinal, o que é ser uma boa pessoa? Ou ser uma pessoa má? O que as distingue?

Na verdade eu até poderia listar aquilo que para mim as diferencia.
Generosidade, justeza, imparcialidade, honestidade, preocupação, autonomia, simpatia, perspicácia, sensatez... E tantas outras características que fazem parte de uma lista bonita para as boas pessoas cumprirem. 


Mas a falta de uma qualidade não atira ninguém para uma classificação diferente. O conceito é extremamente complexo, subjectivo e refutável. 

Todos os pensamentos estranhos, variados e complexos me deram a concluir que não posso simplesmente definir ou separar as boas das más pessoas. Talvez nem haja más pessoas, mas pessoas menos boas. Ou se calhar o que existe são pessoas menos más umas que outras, mas que no fundo ninguém se escape do vil fado. 

Suposições não fazem metas, objectivos ou posições.

Hoje sei que mantenho aquilo que queria. 
Quero ser feliz. 
Quero ser (e não apenas estar) feliz e ser (aquilo que no meu entendimento se julga ser) uma boa pessoa. 
Efectivar os valores teóricos que sempre defendi, realizar os sonhos que foram sendo imaginados ao longo da pauta de uma melodia ainda curta mas já decalcada, pincelando em traços pequenos e demarcados todos os pontos futuros que planeio ver na minha tela pintados...

A base talvez seja o respeito.

Mas será? Será o respeito por nós mesmos e pelos outros, a base para ser aquilo que sonhei ser? 
Ou será que este pensamento, um tanto ou quanto demasiado preocupado em separar o trigo do joio, já me torna alguém menos bom porque estou a assumir-me como alguém com capacidade para emitir um juízo de valor sobre algo tão complexo?

Honestamente, não sei... É que a complexidade do assunto requer cuidados extra, por isso não me vou alongar mais.

Sei que irei tentar realizar com toda a convicção os requisitos em lista para chegar ao sonho de menina...

Ser uma pessoa ( pressupondo não ser apenas mais uma pessoa, mas uma pessoa maior e melhor) feliz. 

E para isso, há muita estrada para andar, muita meta para cortar, muitos sonhos para respirar e muitos valores para mostrar.


6 de outubro de 2010

o primeiro dia.

Há muito que deixei de tentar perceber a complexidade da vida.
Mas como em tudo, vamos aprendendo no decorrer dos tempos que a vida é um caminho cheio... de surpresas, decisões, conhecimentos, erros, lições, sorrisos, emoções, decepções, conquistas e derrotas, vazios, ambições, de ires e voltares.
É uma mistura de etapas e ciclos, de renasceres constantes.


Para se encerrar uma etapa é preciso estar disposto a aceitar as mudanças, os valores conquistados e as coisas que esvaziámos dos bolsos. É preciso saber o que se deixa para trás e o que nem se deixa, porque nunca ali esteve.
Para iniciar outra, é preciso acreditar que se pode ir mais longe, que os valores podem e devem estar presentes, que os objectivos definidos serão atingidos com firmeza. É preciso estar disposto a correr, a dar de nós o melhor.


E o que deve estar presente em nós é a nossa consciência. De quem somos e de quem são os outros, do que queremos e do que queremos connosco e dos outros. Para onde vamos e para onde queremos ir.
Porque a vida não é só aquilo que está ao nível do chão.
Porque "há sempre mil sóis para além das nuvens"! 
Porque os sonhos só se tornam impossíveis quando deles desistimos. 
Porque o brilho da vida está em sermos maiores, em sermos os sóis, em sermos os mecanismos que fazem a vida rodar e a nós com ela, numa dança frenética e rica em conquistas.
Porquê hoje, aqui?
Porque o castelo que eu quero fica acima das nuvens.


7 de setembro de 2010

agridoce.

O amor tem um travo agridoce.
No entanto, uma vez provado, no esplendor e na magia da sua essência, ficamos intensamente viciados nesse sabor que nos arrebata a alma, com vigor.

Quando provamos um amor ainda mais brilhante que aquele outro que um dia já achámos ser o amor-perfeito, o sentimento de plenitude que alcançamos é indescritível.
Todas as sensações, todos os momentos, todos os sorrisos e todas as dúvidas, têm uma magia, uma cor, um aroma... demasiado surreal.

Quando se gosta, com a certeza de não se ter sentido nunca assim, damos a magia que vem do mais profundo de nós.
E cada sorriso alcançado, cada abraço sentido e apertado, cada toque, cada gargalhada verdadeira e provocante, tem um valor incalculável, apenas porque não trocaríamos nada daquilo por nenhum valor no mundo.

E por muito que todo o resto valha, que vale sempre porque a vida não é só amor, quando se ama com a certeza do amor-perfeito, que nos abraça perfeitamente, é ali, junto a esse amor que queremos estar. Sem senãos e porquês.

E a alegria dessa estrela é proporcional aos estragos que a sua partida pode causar. Se a felicidade é maior quando chega, também a dor que se sente se eleva a toda a dor que se sinta e se possa sentir. Fica o vazio. Fica a saudade. A dor, em espasmos violentos, não se mede sequer. É a maior de todas.

É por isso... É por isso que o sabor é agridoce. Que nos aproxima e afasta, num misto de sensações.

E é por isso, pela polivalência de sensações, de sonhos e riscos, que ficamos fora de nós quando amamos.

1 de setembro de 2010

"Sou um Ícaro sem asas. Mas o desejo de voar é muito forte em mim. Penso que andei sempre à procura de um Dédalo." - Sarah Dunant em O Nascimento de Vénus.

2 de agosto de 2010

Dar-te-ia um som, dois sons, três sons.
E dar-tos-ia novamente, repetidamente, até compor uma sinfonia que dignasse aquilo que eu sinto nestas pautas.

Seria um poema melódico que falasse do mundo ao mundo.

Teria tributo porque num agradecimento seria parcialmente baseado.

As notas reflectiriam os amores, os sopros, os suspiros, os desejos, as dúvidas, os sonhos e as pedras do caminho.
As frases terminariam sempre suave e repentinamente para começarem depois com vigor, com sentimento, com o ameno aroma que se sente no fim de um dia de Verão.

Cada pauta reflectiria um valor importante. E iria resumir-se tudo a um compasso de genuinidade.

Cada nota seria apenas o que era, sem pretensões de outra linha ou espaço.

Cada nota seria apenas o que era, sem fingir ser ou sentir ou pensar ou sonhar.

A melodia, no seu conjunto, retrataria o mundo como ele é, num jeito de sonho e realidade, combinando o melhor da vida.

Falar-te-ia de proporcionalidade. Os sorrisos para quem os despertasse seriam. Os abraços para quem os mostrasse fazer por sentir. Os olhares para quem irradiasse o brilho condizente com o mundo.

Falar-te-ia de lições aprendidas que ao ensinar se esquecem. Ser quem se é, sem medos. Lutar pelo que se quer. Não sorrir a quem não é. Não dar a quem não se quer. Não fingir. Escolher o melhor, no melhor, para o melhor.

Seria uma sinfonia, digna e terna, de poemas e contos sobre encontros e desencontros.

Repletas de lutas e tempos de pazes, de perdas e conquistas.

Seria a sinfonia de um professor pianista, perfeitamente perdido e encontrado em si, que ao ensinar teria aprendido que os sonhos e os sorrisos sinceros, genuinamente valem mais que qualquer aparência.

Seria a sinfonia de uma aluna de piano perdida. Que ao aprender encontrara a escolha de um sonho perfeito, sem pretensões vãs ou cruas.

Mas ao terminar, numa suspensão, terminaria com esplendor, num acorde estrangeiro, incógnito, misterioso e desejado, tal como o estrangeiro que percorre e é percorrido, num mundo de sonhos que se querem imortalizar, vivendo-se.

20 de julho de 2010

missing the captain.

Quando bate, bate forte.

As saudades são tremores que vêm desde a ponta dos pés e se prolongam até à mais alta estrela para onde canalizamos os desejos no céu.

Vêm de fora para dentro, vêm de dentro para fora. Entram com os olhares que deitamos às casas pelas janela do carro, entram com os olhares que temos quando recordamos os dias passados, entram como entra o sol pela manhã entre as cortinas e nós tentamos fechar os olhos com mais força para não sentir a claridade.
Ás vezes fazem chorar. Mas é um choro controverso. Se temos saudades é porque houve algo bom para que as tivéssemos. E ter tido algo bom, é bom.

As saudades são espelhos, que nos mostram o que fomos, o que sentimos, o que foi nosso.

As saudades são espasmos cruéis que nos adormecem os músculos e nos deixam ali, vulneráveis à sensação de falta, de alguém, de algum sitio, de um aroma, de um toque.


Ter saudades é perdermo-nos nas recordações quando não podemos viver extasiados e elevados ao auge da adrenalina a fim de ultrapassar os limites das melhores recordações.


Eu hoje perdi-me nas recordações. E perdermo-nos aí é inevitavelmente bater à porta das expectativas de um amanhã. Será melhor? Deixará saudades quando acontecer? Valerá a pena produzir sonhos impecáveis?


As saudades são assim. Inconstantes. Vão e vêm e percorrem todos os socalcos da nossa mente.

18 de julho de 2010

flying river.

"O que é que te fez mudar de ideias tão repente? Quero dizer... é uma mudança um bocado radical."


É verdade. Estou a crescer, talvez.

Outros tempos e eu deixar-me-ia ir como um rio para o mar.

Mas acho que não. Vou ser antes um riacho vadio e rebelde.

Ou vistas as coisas de outro modo talvez seja eu o rio principal.

Como sou a decidir o que escrevo, decido que sou o rio principal. Hoje apetece-me um papel maior.

No inicio o rio é pequeno e frágil.

Corre, corre, corre, corre. Vai e desvia-se porque é frágil e o caminho é tortuoso para os que começam.

E agora, acho que após um desvio, que até desperdiçado nem foi, tenta voltar o rio ao seu caminho, na procura da foz.

É, é isso...

Sou um rio.

Quanto à mudança radical, na verdade, respondo-te eu, escrever é a única coisa que se manteve constante em mim, nos meus gostos e bem quereres. A única coisa com um futuro académico que eu goste de fazer. Sim, bem sei que não sabias desta paixão. E tal como desta, de muitas outras também não.
Gosto de cantar e cozinhar e isso não me daria qualquer sucesso nesta vida.

Sucesso? Eu quero sucesso? Não sei, respondo-me depois de me perguntar.

Quero subir alto e isso eu sei. Não só porque haja alguém que me espera.

É só que é ali, ou lá, no alto que eu quero estar.

Quero ser esse rio que suba e ao invés de desaguar se eleva em altos voos.

Podia ser um caminho de pedras e socalcos então, ao invés de um rio, coerentemente.

Eu insisto, sou um rio que sobe e que quer voar.

Está bem, respondes-me. E sei, sei que estranhas esta certeza que trago no olhar. Não é tua nem de ti.

Bem disse, sou um rio e vou subir. E depois um dia voo, todo o rio, pelos céus.


16 de junho de 2010

noutro tempo.

São teus todos os suspiros meus, vida minha.

Na verdade tudo o que sou eu, és tu. Porque na verdade, embora livre seja, cativa estou. E cativa sou, de nobre e singela vontade.
O amor que me assomou o peito aprontou-se terno e gentil e sem me dar uma rosa vermelha à socapa, por entre os serviçais, parece que a rosa eu recebi.

Estarei doente? Estarei eu a consumir-me numa febre insustentável?

Pois que seja se assim se chamarem os dias brilhantes.
Pois que seja se assim se considerarem os sorrisos trocados com a lua do mundo que é meu e dele.
Pois que seja se assim se forem, pelo nome de febre, trocados os olhares de sedução amena, de entrega serena, sem resistência pois que o inimigo não fere.

Será eterno o amor? Dizem-me que as estradas onde me perco, sem volta são. E que sejam e que eu me perca e que eu não volte mais.
Que fuja e me deixe cair ao mundo, porque louca sou. E são loucos só aqueles que amam. E se o preço para o meu amor for, não um dote ou o valor de um punhado deles, que seja a minha sanidade.

Será terno o amor?
Será doce o amor?
Será feliz o amor?
Que seja e que não seja e seja eu com ele tudo o que ele for.
Seja ele e eu com ele o amor dos prados vastos e verdes que se estendem no horizonte. Que os olhemos um dia de mãos dadas.

Que seja eu e ele comigo o pôr-do-sol quente e amistoso que se recebe numa tarde ritmada de Verão.
Que o recebamos de sorrisos trocados.


Que sejamos, ele e eu, eu e ele, os vestígios de tempos antigos, sob um manto de reflexão e misticismo.
Que sejamos nós com ele a paisagem melhor escolhida.
Que seja eu e o amor e ele comigo, o calor de uma aldeia perdida e de uma cidade descoberta. Que seja eu com ele toda a vida e tudo aquilo que a vida traz nas suas sacas de alfazema.
Estarei perdida? Dizem que sim. Que quem ama se perde.
Estarei eu louca? Dizem que sim. Que quem ama é louco.
Estarei eu a ser ingénua? Dizem que sim. Que só os ingénuos se deixam levar nas correntes desse ribeiro selvagem.


E eu sei, tudo isto não poderia passar de uma perdição.
E eu que sou louca e ingénua e tenho em mim todos os sonhos do mundo, prostrados no regaço, abraço todas as loucuras, inocentemente. E abraço-as com força, perdidamente.



É amor?
É. Tudo isto é amor.

11 de junho de 2010

O sol à chuva.

É no brilho dos olhos dele que ela, do alto do ser que é, encontra o brilho certo do amanhã. E é depois ao sorrirem num momento sincronizado, que se envolvem, que se prometem, que se confidenciam…




Deu-lhe ela o sol em carta despropositada e ele em resposta mandou o céu regar os jardins do mundo, com pingos de pérolas e saraivas de sonhos. Não havia nem frio nem tempo algum, porque nos instantes todos que têm um do outro, é o tocar de mãos que dita a moda e o sentir.



E ao caminharem, lado a lado, distantes, sabem que é num e noutro que se encontram, como quem se perde e depois desiste e depois ao desistir afinal resiste. É ao viverem o amor num banco de dois, assistindo ao desenrolar da viagem e ao caminhar de todas as ovelhas que ficam na contagem, que os dois, pastores do sol, dos prados e dos céus estrelados, se voltam a apaixonar. Ontem pelo toque, hoje pelo olhar.



E enquanto os poetas escrevem as odes, fazem os amantes as historias delas, vivendo-as para alguém as escrever, sonhando-as para alguém as ler, sentindo-as para nelas ser não o único, mas o maior amor do mundo.



Sabem que amam. Sabem o que é o amor deles. Sabem o que são e o que querem ser e não faltaram à lição sobre a como olhar a dificuldade do amor em 365 dias por ano. Sabem-no e desejam, ainda que pastores, navegadores, exploradores ou conquistadores sejam, testar e provar outra teoria.



Uma teoria em que quando o mundo gira e o par respira num sopro de tempo a tempo, o mundo gira com mais força, em contra-tempo, alternando bateres de coração com pulsares da terra.



Uma teoria em que se comprove cada sentimento de uma caixinha de música presente nos corações próprios de quem ama, desde o azul da ternura ao cinzento do ciúme, passando pelo encarnado do bem-querer e pousando um leve e terno beijo no branco divino da plenitude.


Uma teoria que mostre a verdade dos sentimentos que se aglomeram em torno do sol. Ele que brilha. Não brilha mais do que senão por eles, por eles que se apaixonam. E é por eles também que chora o céu, num misto de inveja e sedução, de ciúme e ilusão.



Uma teoria que deixe claro que são estes amores apaixonados que movem o mundo, de olhos nos olhos. Esquece-se o céu e o sol das leis dos sábios de ontem e entregam-se à mercê do amor. Esse que as montanhas não move nem as estrelas faz cair, mas que faz chorar o céu e ao sol dá motivos para ser, viver e sentir.



É a teoria que comprova a letras grandes e distintas que o amor se ergue difícil no espaço. Leva nele o ser, o beijo e o abraço.



É a teoria que exige o respeito pela ideia de um sol derivado.

Rodopia pelo amor, pelo sério e pelo complicado.



E é nessa teoria em que o céu chove e o sol se apanha desprevenido que se sabe poder provar, que o amor é o acontecimento.
É o sol à chuva num momento.



O amor é isso. É o sol à chuva. Que ao mundo as cores da perfeição. Porque o sol à chuva, resulta nele. No arco-íris da entrega, do sonho, da vida, do mundo e do coração.

2 de junho de 2010

Dançamos.

Faço da minha vida, uma música.
Sem compasso, sem ritmo, sem maestro e repetições. Sem estilo. Sem maneira. Sem adornos desnecessários.



Faz da tua uma dança que baile ao som da minha música. Valsaremos juntos, numa ilusão indefinida, num ritmo descompassado, num sentimento desenfreado que provoca a alma ao limite do poder.

Permites-me, uma dança mais?

Um concilio entre nós, uma união de sentimentos, uma fusão de gestos e palavras. Pensamentos comuns, vidas comuns, ritmos comuns. Danças comuns.

Dançamos?

Ao som dos nossos corações, ao som das suas frenéticas batidas. Ao som do amanhecer, ao som do cair da noite, ao som da vida e do mundo.
Ao nosso som.


Troco o passo. Calco-te. Desajeitamo-nos. Entregamo-nos. Vivemos.
A música silenciosa que nos invade toma posse de nós mesmos. Perdemos o controle.
Dançamos.
A tua dança, com a minha música.

A musica que eu compus e a dança que coreografaste num ápice perfeitamente lírico.

Completas-me.Completo-te.

Embalamos num sonho sem fim, sem personagens e sitio, sem tempo e ruído. Fundo branco. Imaginação.

A minha musica silenciosa foi feita por medida, hoje sei-o. E a dança para ela é aquela, que nos envolve e toma a imaginação, aquela que é tua.
Dançamos a última vez? Sim.
Abraças-me e a tua mão aperta-me contra ti. Consegues ouvir a nossa música?

A intensidade aumenta. A cada passo conjunto que damos, a cada minuto que passa, a musica, o envolvimento, o sentir, a entrega. O prazer de uma dança intensa em sentir, em querer, em coisas que as palavras não explicam mas anseiam...

A última vez?
Sim, por hoje é tudo.

Catarina 22-02-2008